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Património Militar

Assento

assentoEdifício grandioso situado no centro da cidade de Elvas. Depois da sua construção no séc. XVII serviu de depósito de trigo, cevada e palha e de padaria para alimentar o exército estacionado em Elvas. O edifício é composto por dois andares. O primeiro constituía a cavalariça e depósito de alimentos. Sobre a construção podemos observar seis chaminés que correspondiam aos fornos do andar superior, onde segundo fontes antigas, se podiam fabricar em 24 horas, cerca de 28 mil rações de pão de arrátel e meio. No grande pátio há a destacar uma pequena fonte em mármore. Sobre o portal de entrada encontramos as armas portuguesas.

 

 

 

 

 

Casa das Barcas

casa barcasEdifício construído entre 1703 e 1705, no âmbito dos preparativos da Guerra da Sucessão Espanhola, para a construção e armazenamento de barcas que em operações militares serviriam para atravessar a fronteira espanhola nos rios Caia e Guadiana. Abolidas as companhias de barcas, o edifício no séc. XIX serviu de presídio militar durante a guerra civil e mesmo de teatro, função que manteve por algumas décadas até ser transformado numa sala de cinema já no séc. XX. Já no séc. XXI o edifício abandonado foi reabilitado e transformado em Mercado Municipal. O edifício pela sua grandeza abarca quase metade da Rua dos Quartéis e do Baluarte do Príncipe. É constituído por um grande salão de três naves com 24 colunas de alvenaria. A entrada é feita por três portas, sendo que a do centro está coroada pelas armas reais.

Castelo

Obra de fortificação islâmica, reconstruída nos séculos XIII e XIV, tomando só no séc. XVI o aspeto atual. Acolhia o alcaide de Elvas e foi palco de importantes acontecimentos da história do país como tratados de paz e trocas de princesas.
Sem qualquer função militar a partir da segunda metade do séc. XIX, o castelo de Elvas foi deixado ao abandono, entrando no séc. XX arruinado. Motivo pelo qual vários elvenses amantes da história e do património quiseram promover o seu restauro, a sua visibilidade e entabularam um processo que faria do castelo de Elvas em 1906 o primeiro Monumento Nacional português.

Cemitério dos Ingleses

cemiterio inglesesPequeno cemitério que contém, num local ajardinado, quatro sepulturas de militares ingleses mortos no início e meados do séc. XIX. A área dos túmulos é circundada por uma grade de ferro ali posta em 1904 pelo governador da Praça de Elvas, o General João Carlos Rodrigues da Costa.
Aquando das guerras peninsulares (1807-1813) foi construído em Elvas um cemitério para os ingleses que aí perderam a vida, uma vez que estes sendo Anglicanos não poderiam ser sepultados nas igrejas da cidade. O cemitério foi posteriormente abandonado até que o local sofreu enorme revitalização com a construção de um pequeno jardim.

Conselho de Guerra

conselho guerraEm plena preparação para a guerra da Restauração (1641-1668) constituiu-se em Elvas o Conselho de Guerra para o qual se construiu um grande edifício no Largo de São Martinho. Aqui discutiam tácticas militares as altas patentes do Exército Português, tácticas essas que levaram à vitória, por exemplo, na Batalha das Linhas de Elvas. Também aqui se decidiu a isenção do recrutamento dos elvenses a partir de 1710, tornando múltiplos os factores pelos quais o edifício assume um carácter simbólico.
Na entrada podemos observar as armas reais. No corredor de entrada sobre a porta de entrada do salão estão novamente presentes as armas portuguesas em estuque com a data de 1781. Já no salão principal encontramos uma pintura com atributos bélicos.

 

 

 

Forte da Graça

Esplêndida e grandiosa construção da Praça de Elvas situada numa grande elevação a Norte. Exemplo notável da arquitectura militar do séc. XVIII e considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, o Forte da Graça ou de Lippe é ainda original pela sua concepção e implantação. De facto esta elevação foi desde sempre bastante importante. Ainda no séc. XV aqui se situava a pequena ermida de Santa Maria da Graça cuja reedificação na altura se deveu à bisavó de Vasco da Gama. Pela altura da Guerra da Restauração, em 1658 aqui os espanhóis construíram um reduto sob a traça de Juan Zuñiga para atacar a cidade de Elvas.
A edificação da fortificação começaria em 1763 por Wilhelm, Conde de Schaumbourg-Lippe, encarregado pelo rei D. José a reorganizar o exército português. Para dirigir as grandiosas obras foi escolhido o Engenheiro Éttiene, sendo este pouco tempo depois substituído pelo Coronel Guillaume Louis Antoine de Valleré. As obras gigantescas só terminariam em 1792. Em 1763, por exemplo, trabalhavam naquela construção 6 mil homens e 4 mil bestas, esgotando praticamente os recursos da cidade.
Constituído por três corpos: as obras exteriores, o corpo principal e o reduto central é um exemplo da arquitectura militar de tipologia Vauban. O corpo central é formado por quatro baluartes tendo a meio da cortina sul a porta principal de uma beleza fenomenal.

Forte de Santa Luzia

Fortificação seiscentista construída tendo em conta as guerras da Restauração entre Portugal e Espanha, é um dos melhores e mais genuínos exemplos da arte de fortificar europeia, um dos monumentos militares mais significativos deste período e mais uma obra prima da arquitectura militar de Elvas. Construído num outeiro a algumas centenas de metros das muralhas seiscentistas, o Forte de Santa Luzia foi começado a construir logo em 1641 por Martim Afonso de Melo que começa por construir um pequeno reduto sob a traça de Matias de Albuquerque. No ano seguinte sob nomeação do rei reúne-se uma junta em Elvas com os melhores nomes da arquitectura militar de então: João Ballesteros, Lassart, Rozetti, Cosmander e Gillot. Os dois últimos encarregar-se-iam de impor a traça ao forte. A fortificação estaria concluída em 1648 garantindo um valor estratégico extremo para a cidade. É constituída por quatro baluartes com um reduto quadrangular ao centro onde se encontram a casa do governador, a igreja e uma casa abobadada à prova de bomba. Várias casernas e duas cisternas que abasteceriam trezentos a quatrocentos homens durante dois a três meses.
Entre 1999 e 2000 decorreram aqui obras para adaptação do monumento a Museu Militar, museu onde o visitante pode verificar toda a história militar da cidade bem como vários artefactos de guerra que marcaram as várias épocas.

 

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